quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
27 de setembro de 2010
No meio do meu caminho não haviam pedras, em cada encruzilhada somente as escolhas.
Escolhas tão minhas e que agora parecem todas erradas.
O problema é que não sei pra onde voltar pra então tomar o rumo certo.
Então cá estou novamente numa encruzilhada nova, seguir em frente escolhendo outro caminho, ou tentar voltar de onde acho que errei?
Mas e se eu não errei? E se esse caminho torto é mesmo o meu?
Vou seguindo.
Escolhas tão minhas e que agora parecem todas erradas.
O problema é que não sei pra onde voltar pra então tomar o rumo certo.
Então cá estou novamente numa encruzilhada nova, seguir em frente escolhendo outro caminho, ou tentar voltar de onde acho que errei?
Mas e se eu não errei? E se esse caminho torto é mesmo o meu?
Vou seguindo.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Presente
Ganhei hoje de presente, assim de repente, do Léo Fardim essa lindeza e quis compartilhar aqui, com os amigos:
Dani, ela.
Ela é moça
Linda moça, roda fofa, suspira
Ela é bela
Bela moça, roda encanta
Ela é sábia
Sábia, bela de sorriso longo
Ela é fofa
Formosura linda, encanta
Ela é séria
Séria moça, contenta o incapaz
Ela é rosa
Rosa linda, pinta rosto pro rapaz
Ela acompanha
Companheira distante, perto está
Ela é frágil
Valente guerreira, ai de quem afrontar
Ela é sábia
Sabe a palavra, sorriso sempre no olhar
Ela é doce
Não há quem não venha gostar
Cuidado moça, olha o caco de vidro...
Ela sabe onde pisa!
Dani, ela.
Ela é moça
Linda moça, roda fofa, suspira
Ela é bela
Bela moça, roda encanta
Ela é sábia
Sábia, bela de sorriso longo
Ela é fofa
Formosura linda, encanta
Ela é séria
Séria moça, contenta o incapaz
Ela é rosa
Rosa linda, pinta rosto pro rapaz
Ela acompanha
Companheira distante, perto está
Ela é frágil
Valente guerreira, ai de quem afrontar
Ela é sábia
Sabe a palavra, sorriso sempre no olhar
Ela é doce
Não há quem não venha gostar
Cuidado moça, olha o caco de vidro...
Ela sabe onde pisa!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Sobre o medo de adoecer

Enquanto se está saudável e se pode fazer tudo não damos o valor devido à pequenas coisas como; poder sair com os amigos pra dançar, beber a quantidade de cachaça, vodka, tequila que desejar, comer porcarias gostosas, ou simplesmente se olhar no espelho e se sentir bem consigo.
Quando de repente você é acometido por algo que te impede de aproveitar as pequenas coisas, você se sente incomodado e incapaz, incapaz de fazer coisas tão tolas que não foram valorizadas enquanto era tempo.
Qualquer impossibilidade, por menor que seja, é tão incômoda.
Tanta gente acredita que adoecer é uma espécie de castigo divino, até pode ser mas eu acredito que adoecer é recomeçar de forma diferente.
O recomeço não vem depois da cura... depois da cura vem o alívio. O recomeço é quando você sabendo que está doente exige de si uma nova postura em relação aos seus hábitos e costumes.
Muita gente tem medo da morte, mas a morte por si só é até uma coisa simples, medo mesmo eu tenho é de adoecer, sofrer dores impossíveis de agüentar, definhar, ver as pessoas sentindo pena de mim, é disso que eu tenho medo.
Quando de repente você é acometido por algo que te impede de aproveitar as pequenas coisas, você se sente incomodado e incapaz, incapaz de fazer coisas tão tolas que não foram valorizadas enquanto era tempo.
Qualquer impossibilidade, por menor que seja, é tão incômoda.
Tanta gente acredita que adoecer é uma espécie de castigo divino, até pode ser mas eu acredito que adoecer é recomeçar de forma diferente.
O recomeço não vem depois da cura... depois da cura vem o alívio. O recomeço é quando você sabendo que está doente exige de si uma nova postura em relação aos seus hábitos e costumes.
Muita gente tem medo da morte, mas a morte por si só é até uma coisa simples, medo mesmo eu tenho é de adoecer, sofrer dores impossíveis de agüentar, definhar, ver as pessoas sentindo pena de mim, é disso que eu tenho medo.
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