quinta-feira, 19 de junho de 2008

sobre tudo e nada

bombas de puro ódio
pelas madrugadas ardidas em frio
ruas inundadas pelo caos pacífico
passivo
omisso
nocivo.
gargantas cortadas pelo bem
e pelo mal, soldados plantando árvores de natal.
pare agora, ainda há tempo
não corra, não mate, não morra
por isso ou por aquilo, mas por você.
no mundo dos mortos não serás nada
já no dos vivos ainda és algo
nem que seja só mais um na multidão.

ilusão, distorção, aniquilação
rendição, ordenação, submissão.

Um comentário:

Gabriel R. disse...

Sua poesia tem ritmo. Gosto disso! Huhu! :]
Muito bonitas! Parabéns!
Voltarei sempre!
:*